
800x600, pelo menos. Maximize a janela, por favor. E se você não está vendo esse blog direito porque usa algo além de IE, Firefox ou Opera, convenhamos, a culpa é minha?

Um ano é uma coisa muito engraçada. Enquanto não se completa, ainda não existe - e no instante exato que se completa, deixa de existir, torna-se passado. Eu, como sempre fui muito limpinho e decente, aprendi desde criança a gostar de coisas passadas: A roupa fica muito melhor e adorna ainda mais meu bem proporcionado corpo de jovem saudável. O tempo passado, assim, é como um tempo que podemos vestir muito bem, pois está pronto para isso.
Os tempos passados que foram para o cabide servem muito bem, se o cabide for decente; mas há poucos prazeres maiores que vestir, num dia frio, uma camisa recém-passada... e dos prazeres pouco lembrados, este será talvez o maior. O passado recém passado ainda está quentinho. O "um ano" que acabou de se esvair ainda está bem visível, quase palpável - e foi muito bom. Acabou um ano, um ano já temos.
Gee, então chegou a hora de dizer adeus. Como este sincero predisse (previsão), estou sendo autêntico e saindo do portal. No mais, a todos os colegas de portal - um grande abraço, ou beijos para quem os quiser, com cafungadas opcionais no cangote; e, cumpádis, grande honra ter estado entre vocês. Obrigado.
O blog fica aqui, parado, morto. E eu vou sumir, oras! O que é que vocês esperavam?
Brincadeira, brincadeira. Só não vou mais publicar neste blog, mas quem quiser ainda poderá me encontrar pendurado num dos galhos daquela árvore de sempre, naquela praça mesmo.
Por Igor, 05:41 PM | 10 Comentários