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Uma coisa engraçada sobre meu filho é que sempre que eu tento fazê-lo dormir, eu durmo antes.
(
A maioria das pessoas acha estranho que eu seja pai com essa idade. Eu tinha que ser com alguma idade; a opção era nunca, e isso eu não queria. Nunca vi muita diferença entre ter vinte e trinta anos. Quanto eu tinha oito, achava que aos vinte seria adulto. Naquela época, quem tinha vinte anos era isso, adulto. Cheguei aos vinte anos e continuo do mesmo jeito que doze anos atrás, achando que essa é a idade de ser adulto. Então, eu sou.
)
Em geral, meu filho é tremendamente divertido. E ser casado é algo que eu recomendo a todos os meus amigos.
Minha mulher está mais bonita. E ela é uma ótima mãe e nunca imaginei que seria tão boa esposa também. Meu filho parece comigo e com ela; mais com ela que comigo.
Tenho menos tempo para ler e escrever, é verdade. Mas seguro meu filho sobre minha cabeça, porque ele gosta de voar; eu beijo a bochecha dele e ele ri. De manhã, quando ele acorda, Cintia põe ele em nossa cama e ele ri para mim quando eu abro os olhos. Eu o levo para passear sábado de manhã, enquanto a mãe dele descansa mais um pouco; ele fica atento às árvores e as pessoas sorriem para nós.
E tenho um palpite que meu apelido será Igolias, quando ele aprender sobre aquele xará famoso que ele tem (o Butter não, o outro).
Por Igor, julho 12, 2005 03:37 PM
Cada vez me convenço de que "idade"... aliás, o tempo, é um troço a ser ressignificado. Como também o "precisar" ser algo para ser outro.
Legal ler essas coisas. :)
Abraço chê!
Posted by: Gejfin at julho 12, 2005 07:10 PM
linkei-o-o, bunitão!
Posted by: Biajoni at julho 12, 2005 07:41 PM
Ah, mas tem poucas coisas melhores na vida que um filho, rapaz. Aproveite enquanto ele for pequeno. Quando ele crescer será melhor ainda.
Posted by: Jorge Nobre at julho 13, 2005 03:52 AM
Ei, belíssimo novo template, buddy boy! Bom ver que você está cada vez mais infantil.
:-)
Grande abraço (e à família)
Posted by: Nelson Moraes at julho 13, 2005 02:38 PM
Idade é relativo, pena que Eisten não mencionou isso... Há 100 anos a expectativa de vida não ultrapassava dos 40, logo... tudo é relativo, até expectativas.
Posted by: Guilherme Dornelas at julho 13, 2005 11:11 PM