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Eu gosto à noite, quando o vento é forte,
de ocultar meu rosto em teu cabelo
e lá ficar até que possa sê-lo,
e sê-lo humilde, um fio, até a morte.
Eu gosto à noite, quando venta forte,
De ir à rua andar de bicicleta:
O vento é cauda, e eu sou o cometa,
sem rumo, por amor e por esporte.
Eu vento à noite quando o gosto tenta
passar-se além do próprio e justo escopo.
Eu anoiteço o gosto quando venta,
mesmo que o sol do céu esteja no topo.
A noite, o vento e o gosto são irmãos.
Por Igor, junho 23, 2005 07:16 PM
Gongórico. :-)
Posted by: Pedro Sette Câmara at junho 25, 2005 05:52 AM