O doido dos pés – uma pessoa, pra dizer o mínimo, heterodoxa – um provocador tolo – um provador de bolo: Já ouvi pessoas se referirem ao Alex Castro nestes termos ou em outros parecidos, e se estive com ele uma vez, num aeroporto, durante dez minutos – o tempo de receber uma encomenda que ele estava trazendo para mim, e de dar o lugar para ele ao lado do motorista, no carro da empresa, para levá-lo para casa com suas bagagens. Eu voltei pra casa de ônibus naquele dia (o carro era um daqueles em que só andam duas pessoas), e quase não pensei no Alex. Uma vez que eu pensei nele, tempos depois, tinha a ver com charutos, que é uma coisa que eu gosto e tem muito em Cuba, onde uma vez esteve o Alex Castro, que escreveu um livro. O livro se chama “Mulher de um homem só” e você pode comprar se procurar o link certo no site dele, do Alex Castro, o autor de “Mulher de um homem só”. Eu li este romance pela primeira vez em 2004, antes de ler direito o LLL. Li de novo em algum momento entre 2004 e 2009, porque o tinha impresso e achei por acaso, e tinha que fazer uma viagem de 2 horas de ônibus e tinha que ler alguma coisa no caminho, então vai ser isso mesmo. E li de novo agora, porque ele mandou o romance pra gráfica e falou que, se eu ajudasse a pagar, ganhava uma cópia com meu nome escrito.
O livro é bom, mas o melhor é meu nome impresso. Gosto tanto de ler meu nome impresso que imprimo várias vezes meu nome, hoje com uma fonte e amanhã com outra, e fico lendo. E olha que meu nome nem é bonito, imagina se fosse. Tem uns outros nomes perto do meu dos quais eu gosto, e até um que eu pensei em roubar, mas ai lembrei que o dono atual tem prova impressa de que antes de ser meu, era dele, então continuo com o nome de sempre, que se não é o máximo, pelo menos é meu, e já tenho ele impresso em várias folhas em vários lugares. De vez em quando aparecem uns papéis na minha caixa de correio com meu nome, pedindo para eu pagar por isso. O nome às vezes vem caro, não acredito que custe tanto escrever um nome num papel e mandar por correio, mas como eles dão eletricidade e telefone de brinde, por exemplo, eu acabo pagando.
Enfim, eu gostei também muito de uma parte do livro que o Alex escreveu a mão, porque tem o meu nome lá e até que a letra do Alex é engraçada, e também é bom ler meu nome numa letra engraçada. Quando eu for mecenas do próximo livro do Alex, quero que ele escreva meu nome em Comic Sans. Outra parte do livro que eu gostei é quando ele diz que é flamenguista e tem um cachorro chamado Toby (ai q fofinhooooo).
Se o livro é bom? Sei lá, não sou mulher para saber. Mas eu gostei, ou não teria lido três vezes e dado de presente. Não vou falar nada sobre o enredo, os personagens, o texto, porque muita gente já fez isso e é fácil de achar por aí. Mas se quiser falo de novo: Gostei do livro; e se isso significar que o livro é bom, então é bom. Leia, e se não gostar dê para alguém ou jogue fora. Ou use para recortar as letrinhas e colar formando seu nome. Disso eu gosto também.

Vida estranha… e eu escolho ter um pseudônimo…
Comentário por Ulisses Adirt — 25 25UTC agosto 25UTC 2009 @ 10:30
Besteira homem, seu nome é ótimo. Igor FLORÊNCIO Barbosa. Eu daria dois dedos de minha mão esquerda para meu nome do meio ser Florêncio.
Mas a sua sorte é não ter um nome composto. Chore pelos Luís Henriques, os Marcos Paulos, os Alberto Robertos, os João Marcos que passam pela vida sendo chamados por dois nomes pelas professoras e sendo empurrados pelos colegas no intervalo.
Comentário por John Santos — 27 27UTC agosto 27UTC 2009 @ 3:16