É preciso às vezes aparecer, dar sinal de vida, já que a dona Mão Invisível resolveu brincar de peteca comigo e fica me atirando pra tudo quanto é lado, normalmente com uma internet móvel safadinha, safadinha, que não passa do conectando.
Então digo, para dizer algo, que acabei participando da tal hora lá de luz apagada – sem querer, porque fui ver pantera cor-de-rosa no dvd e como sói, apaguei a luz. Dando-me conta, já tinha ido, ido, ido, até que iu, modusque junto-me envergonhado às hordas que, para diminuir as emissões de CO, acendem uma vela no lugar da lâmpada 11 watts cuja energia vem de águas que caem.
No mais, escrevo pouco porque o tempo é curto e importa mais levar o filho a comprar brinquedos, comer comida de verdade, longe dos desertos em que meus criente me manda, e manter a Cintia tão, ahem, feliz quanto me seja possível. Nos intervalos, o próximo livro vai ganhando corpo. E quando digo aos mais próximos qual é o assunto dos poemas novos, há quem fique O_O (danke tiago), o que suponho ser bom sinal.
Continuem andando na linha nesta semana da paixão, que a páscoa já vem.
