Naïf Gendarme

30 30UTC março 30UTC 2009

Arquivado em: Uncategorized — Igor Barbosa @ 15:07

É preciso às vezes aparecer, dar sinal de vida, já que a dona Mão Invisível resolveu brincar de peteca comigo e fica me atirando pra tudo quanto é lado, normalmente com uma internet móvel safadinha, safadinha, que não passa do conectando.

Então digo, para dizer algo, que acabei participando da tal hora lá de luz apagada – sem querer, porque fui ver pantera cor-de-rosa no dvd e como sói, apaguei a luz. Dando-me conta, já tinha ido, ido, ido, até que iu, modusque junto-me envergonhado às hordas que, para diminuir as emissões de CO, acendem uma vela no lugar da lâmpada 11 watts cuja energia vem de águas que caem.

No mais, escrevo pouco porque o tempo é curto e importa mais levar o filho a comprar brinquedos, comer comida de verdade, longe dos desertos em que meus criente me manda, e manter a Cintia tão, ahem, feliz quanto me seja possível. Nos intervalos, o próximo livro vai ganhando corpo. E quando digo aos mais próximos qual é o assunto dos poemas novos, há quem fique O_O (danke tiago), o que suponho ser bom sinal.

Continuem andando na linha nesta semana da paixão, que a páscoa já vem.

11 11UTC março 11UTC 2009

Contém glúten

Arquivado em: Uncategorized — Igor Barbosa @ 0:25

Muitos, se não todos nós, gostamos das apostas, que para quem não lembra, são como uma coincidência pré-combinada: Num determinado dia, todo mundo escreve um texto sobre alguma coisa.

Desta vez, eu sugeri que escrevêssemos sobre macarrão. E os mano e as mina concordaram, modusque lhes conto agora minha pacata quarta-feira de cinzas.

Apenas acabada a terça-feira gordabateu-me uma tremenda fome, e às minhas mãos,na hora do almoço, um belo macarrãochegou num prato branco de dourada borda.

Ainda em minha testa estava o borrãoda cruz feita de cinza, misturada à cor daminha testa suada. A entrada foi açordaà alentejana. O queijo, claro, parmesão,

bastante, sobre muito molho de tomate.Acompanhando o almoço, foi bebido mategelado, e a sobremesa foi manjar de côco…

Comi, neste almoço, mais que o normal, um pouco,mas cumpri o jejum. À noite veio o socoda fome, que não deixa louco – apenas bate.

Vejam aqui os outros textos sobre o mesmo assunto.

Powered by WordPress