Perguntou a Monica, link a direita de quem vem (I don´t like a href buddy talk, ooo no), no post abaixo, sobre o porquê d´eu calar minha bela boca sobre política. É porque, Monica, eu sou, ou tento ser, um cavalheiro. E um cavalheiro, como se sabe, não fala sobre obscenidades, principalmente em público, ainda mais na presença de senhoras.
Enfim, se me virem um dia falando de política, batam-me, de início um tapinha no pescoço; se não parar, batam com força. Mas tudo isso não me impede de falar de História.
Existem dois tipos de professor de História: Os que gostam dos Romanos e os que gostam dos Bárbaros. É mais ou menos como fazer a difícil escolha entre Virgílio voltando da Ásia Menor, com a Eneida incompleta nas mãos, e os Gépidas vindo da Ásia Menor, com uma perna de carneiro engordurada nas mãos.
E no futuro, bem, as aulas de História falarão sobre o embate entre civilização e barbárie – O único realmente importante – citando exemplos como este, que já para nós é passado, e outros como o nosso presente e até um certo futuro, no qual pouco deve mudar. Creio que o mundo é chato assim, e burro assim desde sempre, nada de novo sob o sol, ó suprema fugacidade! Os professores de História, enquanto a civilização não triunfar, cantarão louvores eternos ao barbarismo.
